Jardim dos Mestres

Introdução

Atualmente as pessoas estão cansadas, desiludidas e, até têm certa repulsa quanto à idéia de religião. Certamente os líderes religiosos são os grandes responsáveis disso, pois têm dado péssimos exemplos. Incoerência, fanatismo, intolerância, brigas, guerras, extorsão, mentiras, exploração, abusos e aproveitamento, são os exemplos que se vê.

Informação e conhecimento não são vivência, sabedoria, compreensão profunda ou consciência. Mas a grande maioria dos religiosos é completamente inconsciente, vive apenas de teorias, crenças e opiniões. Por este motivo, discutem e brigam, ao depararem com alguém com crenças ou opiniões divergentes.

Somente a compreensão profunda e a experiência mística podem nos levar a transcender os conceitos sobre religião e perceber que “todas as religiões são pérolas preciosas engastadas no fio de ouro da divindade” .

Infelizmente, nos dias de hoje, a mística está fora de moda e os místicos são vistos como pessoas esquisitas, alienadas. Porém, místicos são aqueles que vivem em sintonia, em harmonia com Deus, são conhecedores da Verdade, são possuidores de genuína fé. Ter fé não é a mesma coisa que crer, pois crer é uma questão de boa vontade e ter fé é uma questão de consciência e, portanto, um místico não é um alienado e, sim, alguém consciente.

Mística é toda espécie de união interior com Deus. Não é questão de teoria, mas, sim, de vivência, de experimentação direta. Por ser uma vivência interior, é intransferível.

O desenvolvimento da mística é fundamental para quem busca um caminho espiritual. Todo caminhante tem que se tornar um devoto, um bhakta.


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