Jardim dos Mestres

Papéis

Muitos são os papéis que desempenhamos durante a vida: papel de filho, pai, mãe, professor, padre, juiz, policial, chefe, empregado, etc. Normalmente, representamos vários papéis ao mesmo tempo.

Precisamos investigar quais são os papéis que representamos, investigar se representamos o papel de vagabundo, ou carente, ou mendigo, ou super-herói, ou criança birrenta, ou rebelde, ou santinho, ou bobo, ou ingênuo, ou palhaço, ou brigão.

Um bom exercício é questionar e analisar que tipo de filho ou filha temos sido, que tipo de esposo ou esposa temos sido, que tipo de amigo ou amiga temos sido, que tipo de chefe ou empregado temos sido. Podemos também nos questionar e analisar como os outros nos vêem nestes papéis. Podemos, ainda, nos colocar no lugar dos outros e analisar como é ser esposo ou esposa, amigo ou amiga, chefe ou empregado deste personagem que somos e verificar se gostamos.

Cada ator dá seu toque pessoal a cada papel que representa, utiliza seus gestos, posturas, entonações. Analisando nossas próprias ações, descobrimos quais gestos fazemos quando estamos irados, envergonhados, amedrontados. Descobrimos quais são as falas ou pensamentos comuns que nos levam a determinados comportamentos.

Se estivermos nos auto-observando, podemos investigar os traços principais dos distintos papéis que representamos. Assim, poderemos analisar, compreender nossos comportamentos, e então direcionar melhor o nosso personagem ao longo da existência.

Existem situações em que somos pegos de surpresa, não sabemos como agir, não encontramos um papel adequado para representar. Ficamos perdidos, desesperados, quando não encontramos um papel, mas logo nos arrumamos, disfarçamos, buscamos mudar a situação, buscamos um papel.


20 de janeiro de 2013

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