Jardim dos Mestres

A Meditação e a Ciência

A meditação tem sido objeto de milhares de estudos científicos e tem sido utilizada como técnica terapêutica em vários países, principalmente para combater o estresse.

Cientistas, ao compararem as áreas de atividades do cérebro de quem pratica e de quem não pratica meditação, observaram mudanças neurais. Segundo suas conclusões, as pessoas que meditam apresentam uma atividade muito maior nas áreas referentes à compaixão, felicidade e contentamento do que as que não meditam.

Esses pesquisadores demonstraram que a meditação melhora a capacidade de estudo e de aprendizagem, melhora a capacidade de percepção, a atenção, a memória, o equilíbrio das emoções e o humor.

Perceberam também que a meditação previne e combate distúrbios como depressão, hipertensão, dores crônicas, insônia, ansiedade, tensão pré-menstrual e fortalece o sistema imunológico.

Constataram ainda que, para ter efeito, a meditação deve ser diária. E chegaram a conclusão de que a serenidade pode ser aprendida.

Comprovados cientificamente os benefícios da meditação, os cientistas pretendem excluir o lado místico da prática e apagar seu vínculo com doutrinas religiosas. Ou seja, querem impor sua própria mística e suas próprias doutrinas.

Todas estas conclusões que a ciência está obtendo agora a respeito da meditação, já são ensinadas, há milhares de anos, pelas grandes e verdadeiras religiões, pelos grandes sábios e mestres da humanidade.

A meditação é muito mais do que uma técnica de relaxamento. Buscar apenas reduzir o estresse é um objetivo muito pequeno. Sem uma doutrina confiável, a meditação torna-se pobre. A doutrina leva a uma percepção mais completa e profunda.


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